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Vokswagen Santana


Erick von Seehausen
Sócio gerente
erick@autoserra.com.br
AutoSerra
www.autoserra.com.br

Vokswagen Santana

Vokswagen SantanaOlá Amigos amantes dos Clássicos Nacionais, nossa “bola da vez” é o “Carro do povo para a elite”, o luxuoso Santana, mais um campeão de vendas e concorrente direto do Monza nas décadas de 80 e 90.

Conheça um pouco da história desse sedã de luxo que ensaia uma volta triunfal em breve no Brasil.



Um carro de luxo da Volkswagen, cujo nome em alemão significa "carro do povo", surpreendeu a muitos quando chegou ao mercado brasileiro, em abril de 1984.
O Santana é uma variante da segunda geração do Passat na Alemanha. Este veículo, assim como outros projetos da linha VW/Audi, compartilhava sua plataforma com a segunda geração do Audi 80 de 1979, com diferenças sutis tanto no estilo quanto na tecnologia empregada.



Nas suspensões, era adotado o esquema "francês" de molas, com muitos elos, beneficiando o conforto em detrimento do comportamento dinâmico. O Santana, quando comparado com seu antecessor Passat, mostrava-se um tanto confortável, mas perdia boa parte da "vivacidade" e agilidade que caracterizaram o modelo de 1973. Porém, quando comparado com seu maior concorrente na época, o Chevrolet Monza, apresenta-se pouca coisa mais estável, porém, bem menos confortável.






Interior requintado, bem-acabado e com muitos itens de conforto e conveniência. No painel havia uma luz indicadora para troca ascendente de marcha


O Santana, juntamente com o Monza, foram grandes adversários na década de 80. Foi lançado em 1984 nas versões CS, CG e CD, em ordem crescente de acabamento. Completo, vinha equipado com rádio toca-fitas, rodas de liga-leve, bancos especiais, vidros e travas elétricas, direção hidráulica progressiva, ar-condicionado, câmbio automático (estes tres últimos itens opcionais na versão topo de linha CD) e acabamento exclusivo de boa qualidade.

Pequenas porém significativas alterações mecânicas surgiram desde o lançamento até 1987, como alterações no câmbio (mais curto, para melhorar o desempenho) e a adoção dos motores AP contribuíram para o pequeno aumento nas vendas. 1987 também foi ano em que ocorreram as primeiras alterações de estilo na linha: os para-choques passaram a ser integrais, idênticos aos utilizados pela linha alemã do Passat desde 1985. Novas nomenclaturas foram utiizadas para diferenciar as versões C, CL, GL e GLS, sendo que a primeira era um truque da Volkswagen para pagar menos impostos e utilizada ao vender unidades do modelo CL sem opcionais, que era equivalente ao antigo CS. O GL era equivalente ao antigo CG e tinha uma imagem ligeiramente mais esportiva que os demais. Nos primeiros anos foi vendido somente com motorização a álcool.

O GLS conservava o padrão de acabamento e equipamentos do CD, porém a direção hidráulica passou a ser de série. Esta versão era facilmente diferenciada das demais pelos faróis de neblina junto aos faróis principais e pelos piscas situados no para-choque. Entretanto, como o Monza ainda se mostrava superior em desempenho devido a opção de motorização 1.8 e 2.0, a Volkswagen deu o troco lançando o Santana 2000, que vinha com os mesmos 110 cv do rival da GM, embora o desempenho ainda fosse menor que o carro da GM. Isso somado ao acerto mais firme da suspensão, conferia uma dirigibilidade menos confortável a linha Santana e Quantum. Apesar as constantes alterações na linha o período de 1987-1990, foi uma época de pouca ascensão no mercado para o Santana.


Além do motor, generoso em torque, o GLS ganhava rodas de desenho mais simples e teto solar opcional, em aço.


O Santana Executivo (EX), foi o auge dos investimentos da Volkswagen . Série limitada, fabricada de 1990 a 1991, com motor 2,0 a gasolina, injeção multiponto analógica Bosch LE-Jetronic e potência bruta de 125cv. Chegava semanas depois do Monza 500 E.F., seu concorrente direto, sobre o qual levava uma vantagem: adotava ignição mapeada e sensor de detonação, permitindo alta taxa de compressão (10:1). O Executivo era oferecido em apenas três cores (preto, vermelho e azul, posteriormente vinho) e trazia elementos próprios.

Por fora, spoiler traseiro com terceira luz de freio integrada, grade exclusiva (como a dos últimos modelos alemães), pára-choques com pintura parcial na cor da carroceria, lanternas fumês, antena de teto traseira, frisos e logotipos na cor cinza (abolindo os cromados que vinham em excesso no GLS) e rodas raiadas BBS de 14 pol, que podiam vir em prata ou dourado, estas de estética bastante discutível.


Depois do Gol GTi, o Santana Executivo -- com o mesmo motor 2,0 a gasolina de 114 cv líquidos -- inaugurava a injeção eletrônica entre os sedãs de luxo

Uma ampla reestilização era necessária, o que ficou mais claro com a discutível reforma estética do Santana nesse ano. Inspirada no Passat alemão, no cupê Corrado e no Audi 200 Quattro (até nas rodas), a VW brasileira desenvolveu a mais extensa reformulação já vista no carro, que chegou às ruas em abril do ano seguinte (a Quantum só viria em 1992).

Do modelo anterior restavam apenas a estrutura básica, o assoalho, a mecânica e as portas, apenas duas de início. Todo o resto da carroceria era novo, passando por teto, pára-brisa, vidros laterais e posterior, frente e traseira. Estava 4,5 cm mais longo e 1,5 cm mais alto. As linhas eram bem integradas aos modelos europeus do grupo VW e a abertura do porta-malas -- cuja capacidade crescia em 40 litros -- chegava ao pára-choque.












A nova frente do Santana 1991: inspirada nos VWs alemães e nos Audis, mas exclusiva para o modelo brasileiro. A extensa reformulação atingia vidros, teto e colunas
De traseira era clara a semelhança com os modelos europeus. O GLS vinha com moldura de placa que parecia estender as lanternas e podia receber injeção


Novas evoluções vinham em 1996: grade inspirada no Passat alemão, tanque de combustível em plástico polipropileno, cintos dianteiros com regulagem de altura, correia do tipo poli-V (com acionamento integrado dos componentes do motor), ar-condicionado com gás R134a (inofensivo à camada de ozônio se liberado por qualquer motivo) e uma versão para gás natural com kit de conversão da empresa Silex, que o tornava bicombustível .



Já com 12 anos de mercado, a carreira do Santana começava a entrar em declínio. Desde então não houve mais alterações mecânicas: apenas retoques estéticos e trocas de versões, aliados a uma gradual redução de preços para mantê-lo competitivo em um mercado modernizado, protagonizado pelo Vectra de segunda geração, substituto oficial do Monza, que já tinha vestido o pijama no mesmo ano, mesmo mostrando-se competitivo no mercado. A estratégia da Volkswagen funcionou: em 1996 foram 41.134 unidades vendidas (mais 11.898 Quantums), segunda melhor marca em sua história.

Em 1997 a nomenclatura do Santana passava a 1.8 Mi, 2000 Mi (básicos), Evidence (considerada esportiva pela VW, com spoiler traseiro e volante do Gol GTI) e Exclusive (de topo).

Em maio de 1998 os pára-choques e lanternas eram modificados, tornando-se um tanto "lisos" para as formas retilíneas e já ultrapassadas do carro, desapareciam os quebra-ventos e havia imobilizador eletrônico do motor, novo volante de quatro raios, painel iluminado por luz verde, hodômetros digitais e interruptor de faróis rotativo.



Em dezembro a versão Evidence desaparecia e em maio de 1999 surgia a oferta de módulos de opcionais, restando a opção entre motor 1,8 e 2,0 e acabamento básico ou Exclusive. Na linha 2001 eram inseridos os módulos Comfortline e Sportline e desaparecia a trava adicional (e desnecessária) na alavanca para engatar a marcha à ré. Para 2002, apenas novos revestimentos internos. No mesmo ano a Quantum era descontinuada e, em maio de 2006, o Santana enfim despedia-se do mercado. Este final de vida foi um período de decadência, de carro de luxo a modelo voltado para os taxistas e frotistas, com sucessivas quedas de vendas, além de certa obsolescência, marcaram o fim da carreira do Santana

Fonte: Wikipédia e Bestcars

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