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Vemaguet


Erick von Seehausen
Sócio gerente
erick@autoserra.com.br
AutoSerra
www.autoserra.com.br

Vemaguet

VemaguetOlá Amigos Amantes dos Clássicos Nacionais! Nossa bola da vez é aquela que por onde passava, deixava um cheiro inconfundível no ar devido ao seu motor 2 tempos e um ruído que deixou saudades... A querida Vemaguet! Quem nunca imitou o barulho de uma Vemaguet brincando de carrinho no chão da sala? Eu imitei muito! Vamos relembrar a história do 1º automóvel oficialmente brasileiro.


A História

A Vemaguet é um automóvel brasileiro produzido pela Vemag, sob licença da fábrica alemã DKW, entre 1958 e 1967, que teve dois derivados populares, a Caiçara e a Pracinha, produzidos respectivamente entre 1963 e 1965 e entre 1965 e 1966. Ao total, foram produzidas 55692 unidades [1] (47769 unidades da Vemaguet, 1173 unidades da Caiçara e 6750 unidades da Pracinha).

Inicialmente era conhecida apenas como "Camioneta DKW-Vemag" ou como "Perua DKW-Vemag", recebendo a denominação de Vemaguet apenas em 1961. Os modelos datados de 1956 a 1957, anteriores, portanto à produção da Vemaguet, foram montados pela Vemag sob licença da DKW da Alemanha e eram derivados da perua DKW F91 Universal, enquanto os modelos da Vemaguet eram derivados da família F94.


Uma curiosidade é que até 1963 as portas dianteiras abriam ao contrário, da frente para trás, no sentido do conforto, conquistando o apelido de portas "suicidas" (conforme os americanos se referem a este tipo de abertura) ou portas "deixa ver" ou "DêChaVê" (como ficou comum no Brasil). Esta última denominação refere-se obviamente ao uso dessas portas por mulheres vestindo saias.


Em 19 de novembro de 1956, e Vemag coloca no mercado a camioneta DKW F-91 Universal, derivada do sedã alemão F-91 e de sua woodwagon, produzidos pela Auto Union. Essa camioneta, entretanto, era montada com componentes importados da Alemanha. Em 1957 essa camioneta sofreu pequenas alterações, como o desenho das portas traseiras, que abriam verticalmente para os lados e passaram a abrir horizontalmente em duas folhas, uma delas abrindo-se para cima e a outra, para baixo.


No segundo semestre de 1958 é apresentada a camioneta (a "perua DKW"), derivada do F-94 alemão, com grande índice de nacionalização, equipada com o motor de 900 cm³. No terceiro trimestre de 1959 o modelo passou a contar com motor com 1000 cm³. Em 1960 as rodas passaram a ter oito furos, já que os freios são bastante exigidos, em parte pelo uso da roda-livre.

Em 1961 a "Perua DKW-Vemag" passa a ser denominada como Vemaguet e ocorrem várias mudanças estéticas, como a forma dos pára-choques e das calotas das rodas. Nesse ano, o sedã perdia os frisos da tampa do porta-malas, que a Vemaguet perderia apenas no ano seguinte.

Em 1963 é lançada a camioneta Caiçara, uma versão popular da Vemaguet, com a porta traseira em peça única abrindo para a esquerda. A falta de interesse da Auto Union em participar mais ativamente no mercado brasileiro fez com que o emblema colocado no capô do motor dos produtos da Vemag fosse alterado para um emblema mais simples, um "DKW-Vemag" manuscrito.

Em 1964 é lançado no mercado o DKW-Vemag Fissore e o Lubrimat. A Vemag contava com 4.013 funcionários e uma área de pouco mais de 87.000 m². Seus veículos já contavam com praticamente 100% de nacionalização.
Nesse ano, a Vemaguet têm suas portas alteradas, elas passam a abrir do modo convencional e não mais ao contrário.


Em 1965 é lançada a série Rio, em homenagem aos quatrocentos anos de fundação da cidade do Rio de Janeiro. Na Europa, a Volkswagen alemã adquire o controle acionário da Auto Union, transformando-a em Audi. No Brasil, estabelecem-se rumores sobre o fim da produção dos veículos DKW e o fechamento da fábrica.


Em 1966 é encerrada a produção da Caiçara, substituída pela Pracinha, outra camioneta popular baseada na Vemaguet. A diferença principal da Caiçara e da Pracinha são as portas, que agora abrem no sentido usual. Nesse ano, o volante, que era "plano", passou a ser "cônico", e as alavancas de sinalização de direção e de acionamento dos faróis acompanharam essa mudança.


A Vemag havia passado quase dez anos sem introduzir modificações de maior vulto (além das já mencionadas) em sua linha. Seus projetistas perceberam a urgente necessidade de modificações que mantivessem os carros em condições de competir no mercado. Assim, a parte dianteira recebeu nova grade em motivos horizontais, que ocupava toda a frente do carro, inclusive os pára-lamas e os quatro faróis. Na traseira colocavam-se novas lanternas horizontais que davam uma impressão de rebaixamento do veículo. O sistema elétrico passou de 6 para 12 volts e foi equipado com alternador em lugar do dínamo. O diferencial voltou a ser mais “longo”, passando a 4,7 k de redução, e possibilitou aumentar um pouco as velocidades máximas sem alterar a aceleração.

O acabamento, muito bem cuidado, proporcionou isolamento acústico e suspensão mais eficiente, além de melhorar outras características, dando aos Vemag nível de conforto compatível com sua categoria. O Fissore recebeu apenas novas lanternas.

A absorção do grupo Auto Union (compreendendo as marcas Audi e DKW) pela Volkswagen, em 1965, só trouxe conseqüência para o Brasil em 1967, quando a Volkswagen brasileira assumiu o controle da Vemag e suspendeu definitivamente a produção dos veículos daquela fábrica.


Fonte: www.wikipedia.org e http://www.carroantigo.com

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