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Rural Willys


Erick von Seehausen
Sócio gerente
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AutoSerra
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Rural Willys

Rural Willys


A Rural Willys, a “Vovó dos Utilitários Esportivos Brasileiros, foi produzida pela Willys Overland no Brasil, nas décadas de 1950, 1960 e 1970. Sendo a última, produzida pela Ford que havia adquirido a fábrica da Willys em 1967.

O lançamento mundial do utilitário foi em 1946 nos EUA com o nome de Jeep Station Wagon. Com pequenas diferenças, foi produzido também em outros países como o Japão, onde foi fabricado pela Mitsubishi, com o nome J37 e a Argentina, onde foi fabricado pela Kaiser e é conhecido como Estanciera. O modelo brasileiro foi redesenhado em 1960 utilizando como inspiração a arquitetura moderna de Brasília, em construção na época. Este desenho acompanhou a Rural até o encerramento de sua produção em 1977.



Em 1956 era lançada a versão brasileira, tendo como concorrente no Brasil, apenas a Kombi e posteriormente a Veraneio bem mais cara, seu sucesso não demorou a acontecer e rapidamente se tornou um veículo muito desejado, pois era extremamente forte e andava bem tanto na terra como no meio urbano, tanto para o Lazer como para o trabalho.

No Brasil foram produzidas versões com tração 4X4 e 4X2, com motores a gasolina de seis cilindros em linha e cilindrada de 2.6 ou 3.0 litros (opcional). O motor de 2.6 litros, ou 161 polegadas cúbicas, foi o primeiro motor a gasolina fabricado no Brasil e também equipava outros veículos da fábrica Willys, como o Jeep e o Aero. O motor 3.0, utilizando o mesmo bloco, equipava o Itamaraty. A partir do segundo semestre de 1975, até o final da produção, em 1977, a Rural foi fabricada com motor Ford, denominado OHC, de quatro cilindros e 2.3 litros de cilindrada. Em todas as versões, tinha potência aproximada de 90 hp (cavalos-vapor), adequada à época e características do veículo.



Outros aprimoramentos vinham de tempos em tempos. Em 1965 ganhava limpador de pára-brisa elétrico (não mais a vácuo), outra grade na versão 4x2 e câmbio de três marchas com a primeira sincronizada -- uma vantagem nos subidões, por não ser preciso habilidade para engatá-la quando a segunda não dava conta do recado. Um ano depois, alternador no lugar do dínamo, carburador recalibrado para menor consumo e roda-livre para a 4x4. Novo painel de instrumentos, trava de direção, nova grade e câmbio de quatro marchas sincronizadas vinham em 1967.



Apesar da aquisição da Willys pela Ford, no mesmo ano, a linha Jeep foi mantida por longo tempo, ao contrário dos sedãs Aero-Willys e Itamaraty, que saíram de produção pouco depois. Para 1969 havia duas versões, Luxo e básica, sempre em duas cores, e nova coluna de direção para a Luxo 4x2 (a mesma do Aero). No ano seguinte era introduzido o motor do Itamaraty, de 3,0 litros e carburador de corpo duplo, ainda com cabeçote em "F".

A Rural Willys pode ser considerada "avó" dos atuais utilitários esportivos existentes, pois era um veículo com espaço para a família, mas robusto e com vocações off-road, ou seja, capaz de enfrentar ruas e estradas de terra, lama ou mal conservadas.

Mas a Rural estava envelhecida, com quase três décadas de mercado e a concorrência de outras grandes peruas, como a Chevrolet Veraneio, embora bem mais cara. Sua produção chegava ao fim em 1977, permanecendo o picape e o Jeep por mais cinco anos.





Fonte: Wikipedia e UOL

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